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19 de abril de 2026

Tag: resíduos

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ADS Logística Ambiental
sexta-feira, 29 outubro 2021 / Publicado em Logística, Meio ambiente

Sustentabilidade: mito versus realidade

Quando John Elkington cunhou o termo sustentabilidade com o tripé dos seus aspectos econômicos, ambientais e sociais em 1994, ele não poderia imaginar que tal ideia traria tamanho impacto para a sociedade deste milênio. As empresas, sempre elas, compraram a ideia e passaram a tratar sustentabilidade como um diferencial bacana. A própria ONU evoluiu dos ODM (Objetivos do Milênio) para os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) em 2015. Daí para o surgimento da sigla ESG, a evolução foi natural.

Vivemos, todavia, num mundo de paradoxos onde o ser tem sido substituído cada vez mais pelo ter, pelo parecer, pelo divulgar e pelo curtir. Quando se examinam as opções práticas para nos tornarmos empresas “sustentáveis”, descobre-se o conflito de mito versus realidade. Não estamos falando do conceito de mito dos antigos gregos, mas sim de iniciativas que parecem ótimas, enquanto realidade traduz-se em dificuldades inerentes à implantação factual de tais iniciativas.

Analisemos, então, três iniciativas fantásticas que tem ocupado um enorme espaço no debate de ideias e nos parecem fundamentais para a salvação do nosso planeta, porém sob o prisma da realidade de uma pequena empresa – nós próprios, a ADS Logística Ambiental.

Primeiro, a substituição da energia elétrica convencional por uma fonte renovável e natural de energia solar. Investigamos a possibilidade de instalar painéis fotovoltaicos na cobertura da nossa central de operações em Barueri. O mito surge da percepção de que traremos impactos muito positivos tanto para o meio ambiente quanto para o suprimento cada vez mais escasso de energia elétrica sujeita a crises hídricas, backup por meio de termoelétricas e tarifas escorchantes. Todavia, o investimento se torna inviável quando o proprietário do imóvel (locado) não se dispõe a considerar qualquer tipo de amortização ao longo da locação, mesmo sabendo que, quando desocuparmos o imóvel, não levaremos as placas embora. Não faz sentido aprofundar muito a comparação energia elétrica versus energia solar se o horizonte de payback do investimento é inexistente.

Segundo, nos parece fantástica a ideia de substituir veículos a combustão por veículos elétricos. Quem não gostaria de aparecer bonito na foto divulgando a aquisição de caminhões elétricos para o bem da sociedade? Mais uma vez, nos detivemos a analisar os benefícios da mudança. Dificuldade inicial: não temos espaço para a instalação das baias de carregamento elétrico no nosso pequeno terminal. Ademais, trabalhando com recursos próprios, o desembolso para a adoção de veículos elétricos está num patamar bem acima daquele em que nos encontramos, principalmente porque nossa frota atual tem idade média inferior a três anos. Por fim, nossa operação não se limita às áreas urbanas e muitas vezes cumprimos roteiros de centenas de quilômetros em regiões que não dispõem de estações de carregamento compartilhadas.

Terceiro, a redução das emissões, até porque muitos nos questionam a razão de recolhermos itens pós-consumo em todo o país e trazê-los todos para Barueri/SP. Seria preferível a implantação de redes regionais de coleta e destinação final? Claro. Porém, a legislação ambiental prevendo a necessidade de licenciamento de instalações apropriadas para a logística ambiental sofre enorme influência de legislações municipais e estaduais absolutamente desconexas entre si quando se pensa na complexidade de uma federação com 27 entes distintos e a abrangência territorial brasileira. Se a geração dos resíduos, e consequentemente a coleta, se dá, por exemplo em Santa Fé do Sul/SP (na divisa entre São Paulo e Mato Grosso do Sul), sigo para Campo Grande/MS – a 452 km – ou retorno para São Paulo/SP – 626 km? Logisticamente, não há fluxo viável no sentido de Campo Grande, e então a redução de emissões fica a ver navios. Sem contar que, ainda que não aplicável ao nosso negócio, milhares de caminhões e carretas seguem “passeando” pelo Brasil afora para “trocar a nota fiscal”, prática amplamente conhecida e resultante da guerra fiscal entre os estados. Se isso não bastasse, as solicitações de retirada de itens pós-consumo dos mais de três mil pontos atendidos pela ADS Logística Ambiental em todo o país não são feitas de forma a viabilizar a organização de roteiros capazes de otimizar o transporte e reduzir as emissões dos veículos envolvidos. Nossos clientes ficam sem espaço para acumular toners vazios, e demandam a sua retirada imediata. As lâmpadas descartadas não podem esperar a organização de um itinerário otimizado de atendimento, porque se tornam um problema na organização do almoxarifado das empresas. Quem descarta pilhas, baterias, e tantos outros artigos eletroeletrônicos, quando empresas, não podem usufruir da rede de pontos de entrega voluntária criada a partir do acordo setorial, pois precisam de “documentação” para apresentar a auditores e fiscais que diligentemente demandam comprovação da correta disposição dos resíduos gerados.

Dessa forma, seguimos em frente buscando criar um ambiente de negócios sustentável do ponto de vista econômico (sem atendimento às necessidades de nossos clientes, a empresa não é remunerada e não sobrevive), ambiental (mesmo sem as placas fotovoltaicas e os veículos elétricos, reciclamos 100% do material que recebemos, inclusive as embalagens que nossos colaboradores trazem de casa) e social (prestando um serviço de qualidade superior, geramos empregos e renda a tantas famílias, além de formar profissionais e cidadãos com maior conhecimento e experiência sem deixarmos de buscar maneiras criativas, inovadoras, inspiradoras e disruptivas (parte do vocabulário da moda) para sobrevivermos.

Com essa mentalidade e atitude, contribuímos para um “desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. ”Nossos avós talvez nos dessem conselhos como “não mude pelos outros” ou “seu nome é seu bem mais valioso” ou ainda “trabalho só vem antes de dinheiro no dicionário”, que podem não ser tão atuais, nem modernos, tampouco buzzwords do mundo corporativo, mas certamente nos trouxeram até aqui. Relativizando o mito e viabilizando a realidade, é possível que, aí sim, estejamos criando gerações futuras mais humanas.

Quer saber como sua empresa pode se beneficiar dessa nossa atitude? Converse com a nossa equipe. Sinta-se à vontade para comentar, sugerir, compartilhar, pesquisar e evoluir conosco.

contato@adslogisticaambiental.com.br

Fontes:

https://ideiasustentavel.com.br/horizonte-sustentavel/

https://www.undp.org/

https://www.significados.com.br/mito/

https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/caminhao-eletrico-cada-vez-mais-reais/

https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/

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ADS Logística Ambiental
sexta-feira, 15 outubro 2021 / Publicado em Meio ambiente, Notícias

Carro, viagem, feriadão, só alegria! Mas um dia o carro vira resíduo, né?

Foi ainda no século 19 que os primeiros veículos automotores com motores a combustão foram apresentados ao mundo. Karl Benz, Gottlieb Daimler, Wilhelm Maybach, Rudolf Diesel, Ferdinand Porsche, Henry Ford, William Morris, Walter Chrysler, Louis Chevrolet, Armand Peugeot e os irmãos Louis, Marcel e Fernand Renault, dentre muitos outros, revolucionaram o modo como nos locomovemos, nas cidades ou nas estradas, a trabalho ou a lazer, sozinhos ou acompanhados.

Em 2020, 77,9 milhões de veículos automotores foram produzidos em todo o mundo, e mesmo que consideremos uma queda de 15,8% em relação à produção global do ano anterior, 2019, ainda podemos refletir: e para onde irão todos eles ao final da sua vida útil? Por um momento, deixemos a questão dos combustíveis fósseis não renováveis de lado para focar no que vai sobrar depois que nosso querido carro zero km não for mais bacana assim, quando ele virar sucata.

O peso médio de um carro compacto gira em torno de 1.300 kg, enquanto um SUV ultrapassa os 1.600 kg. Um pelo outro, colocamos alguns caminhões e ônibus no pacote, conta de padeiro mesmo, chegamos a 120 mil toneladas de veículos automotores produzidos em 2020. Agora, imagine alguém com consciência ambiental descartando uma singela latinha de alumínio, que pesa aproximadamente 14,9 gramas, num ponto de reciclagem. Reciclar a latinha de alumínio é algo mundialmente aceito e praticado, não é? Só mais um pouquinho de matemática, e todos aqueles veículos automotores fabricados no ano passado equivalem a aproximadamente a oito bilhões de latinhas de alumínio, isto é quase uma latinha para cada habitante da Terra. Por ano.

Enfim, vamos parar de produzir, comprar, utilizar e descartar nossos veículos? Não.

Mas talvez seja importante pensar em como esses veículos se transformam depois de nos servirem por tanto tempo.

A nossa operação de logística ambiental procura, além de coletar, transportar, separar, destinar e documentar os diversos componentes de um veículo automotor, também mapear como isso é feito e mensurar o impacto para a sociedade.

Confessamos que ainda não encontramos uma solução mágica para o problema. Tampouco criticamos o consumo das pessoas pois isso é uma escolha pessoal. O que, sim, fazemos, é tentar estudar um pouco melhor o antes-e-depois dos itens pós-consumo que nós movimentamos todo dia e buscar maneiras mais inteligentes de aproveitar os recursos materiais, tecnológicos, energéticos e ambientais aos quais temos acesso.

Fonte:

https://www.acea.auto/figure/world-motor-vehicle-production/

https://www.worldometers.info/world-population/

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ADS Logística Ambiental
quarta-feira, 01 setembro 2021 / Publicado em Meio ambiente, Notícias

O importante papel de John Elkington no conceito de sustentabilidade

Além de criar o modelo do Triple Bottom, inglês foi um dos primeiros a juntar termos até então improváveis, como “capitalismo” e “verde”

O mundo mudou bastante e de uma forma muito rápida nos últimos anos. Quem vislumbraria, antes dos anos 90, tantos conceitos de desenvolvimento sustentável? Ao menos uma pessoa: John Elkington. O consultor britânico, autor de inúmeros livros, considerado referência no segmento, se mostrou um indivíduo que está à frente do seu tempo.

Descrito como o “decano do movimento da sustentabilidade corporativa há três décadas”, sua contribuição e obras são consideradas fundamentais. Entre elas destacam-se Canibais com garfo e faca (M. Books; 1ª edição em 2011), além do conceito do Triple Bottom Line, considerado fundamental para o desenvolvimento sustentável. Muito criticado no passado, o consultor e empresário hoje vê suas ideias espalhadas pelo mundo todo.

Elkington nasceu no Reino Unido, estudou sociologia na University College London e tem 72 anos. Em 1987 fundou a SustainAbility, uma instituição voltada para a consultoria e implantação de projetos de responsabilidade social e ambiental nas empresas.

Sua postura e seus projetos ajudaram a desenhar uma atitude mais crítica dos consumidores em relação às empresas e produtos, para que ambos levassem em conta as questões relacionadas ao meio ambiente e a natureza.

Em meados dos anos 90 Elkington surpreendeu mais uma vez, apresentando o conceito Triple Bottom Line – O tripé da sustentabilidade ou expressão também conhecida como “três Ps” (do inglês: people, planet and profit – pessoas, planeta e lucro).

O Triple Bottom Line resume a ideia de sustentabilidade: atuar, produzir, vender, exercendo ética e respeito pela sociedade, pelo meio ambiente, mas sem esquecer o mercado financeiro e o desenvolvimento das sociedades. Ou seja, neste modelo necessariamente um negócio ou empresa pode se manter financeiramente viável equilibrando sua atuação com as pessoas, no viés social da ética e da justiça, mas não pode desrespeitar o meio ambiente e todas as práticas sustentáveis.

Neste âmbito, o Triple Bottom Line inclui a contribuição das empresas para gerar prosperidade econômica, além de incorporar a igualdade social e a proteção ambiental. Em algumas entrevistas o autor comentou sobre a dificuldade que encontrou no passado, pois ninguém acreditava que as empresas conseguiriam realizar uma atuação mais consciente. Tanto que foi criticado por ambientalistas por utilizar expressões como “Capitalismo Verde” porque as pessoas acreditavam que os dois termos nunca conseguiriam se integrar.

Apesar dos muitos avanços conquistados no campo da sustentabilidade, existem também muitos desafios. O próprio John Elkington apresenta uma critica, em artigo publicado na revista Época Negócios, sobre as empresas que usam a propaganda para mascarar um desempenho ambiental fraco e enganar o consumidor com anúncios mentirosos. No texto, Elkington afirma que a publicidade enganosa presta um grande desserviço à causa ambiental porque gera ceticismo nas pessoas.

Por isso cada vez mais a ADS Logística Ambiental alerta para que os conceitos de sustentabilidade não fiquem somente em discursos ou teorias, mas concentradas em ações reais. Neste cenário, de tantos anos de trabalho, são oferecidas soluções práticas para a coleta de resíduos sólidos e tecnológicos, destinação para reciclagem ou reutilização e certificação ambiental. Para não ficar somente no discurso, a ADS Logística Ambiental emite certificados individuais e auditáveis para os clientes geradores de resíduos sólidos, comprovando sua correta destinação e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável.

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